(Source: anditslove, via thegirlandherbooks)
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Abra sua mente
Gay também é gente!
Baiano fala ‘oxente’ e come vatapá. Você pode ser gótico, ser punk ou skinhead. Por que eles não podem ser gays???
“Estou tão cansado no meu abandono.”
“Se você quiser
Eu vou te dar um amor
Desses de cinema.”
“Você vai me seguir aonde quer que eu vá
Você vai me servir, você vai se curvar
Você vai resistir, mas vai se acostumar
Você vai me agredir, você vai me adorar
Você vai me sorrir, você vai se enfeitar
E vem me seduzir
Me possuir, me infernizar
Você vai me trair, você vem me beijar
Você vai me cegar e eu vou consentir
Você vai conseguir enfim me apunhalar
Você vai me velar, chorar, vai me cobrir
e me ninar…”
“Ai, que saudades que eu tenho
Dos meus doze anos
Que saudade ingrata”
“No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. (…) Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado.”
Ícaro era filho de Dédalo, o construtor do labirinto que o rei Minos aprisionava o Minotauro. A lenda grega conta que Dédalo ensinou Teseu, que seria devorado juntamente com outros jovens por Minotauro, como sair do labirinto. Dédalo sugeriu que ele deveria utilizar um novelo que deveria ser desenrolado a medida em que fosse penetrando no labirinto. Dessa forma, após ter matado o monstro ele conseguiu fugir do labirinto. O rei Minos ficou furioso e prendeu Dédalo e o seu filho Ícaro no labirinto. Como o rei tinha deixado guardas vigiando as saídas, Dédalo fabricou dois pares de asas artificiais amarrando as penas caídas dos pássaros que sobrevoavam o Labirinto e colando-as a seguir com grossa camada de cera. Antes de levantar vôo, o pai recomendou a Ícaro que quando estivessem voando não deveriam voar nem muito alto (perto do Sol, pois calor derreteria a cera) e nem muito baixo (perto do mar, pois a umidade tornaria as asas pesadas). Alçaram vôo juntos, deixando o cárcere para traz, porém Ícaro, empolgado com a possibilidade de voar, esqueceu-se da recomendação do pai em não se aproximar em demasia do sol. Inebriado pela sensação das alturas, cada vez mais o jovem se acercava do astro até que, a cera que fixava as asas começaram a se derreter e Ícaro despencou dos céus ao mar morrendo afogado.
“Minha boca, sem que eu compreendesse, falou: C’est fini…”